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sábado, 14 de julho de 2012

A minha árvore





Era a árvore preferida da minha rua. Esta manhã não estava lá. Mataram-na de vez. Acariciei o tronco decepado rente ao chão e as lágrimas saltaram-me dos olhos. As outras irmãs, pareciam envoltas num silêncio fúnebre e triste. Imaginei as raízes entrelaçadas, num último aconchego de solidariedade.
Perdi mais uma cúmplice.

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