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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

2013, vamos lá

 
 


Ora com novo ano à vista, quero despedir-me em grande.
Passei o ano aqui ao lado (o último de 8), no país vizinho a ouvir falar de desgraças governamentais e outras, a ver o meu país a ir pelo cano. Ouvi queixumes, fiquei a par de duras realidades entre os amigos e conhecidos.
Apesar de ter tido alguns tropeções ao longo deste ano, alguns deles posteriormente benéficos, pois livrei-me de gente menos decente e de más energias, considero ter um balanço positivo.
Há muito tempo que não tinha a oportunidade de rever amigos, de alguns deles separavam-me 30 anos. Pude cimentar laços, ter encontros, empatias com desconhecidos, novos amigos, partilhas de sorrisos, muitos abraços. E não pedi nada disto. O Universo deu-me de presente querendo eu pensar que mereço.
Portanto, nada tenho a pedir a não ser saúde. Sim, que começam as dores aqui e ali...
Mesmo assim, desejo a todos, força para superar os desafios da vida, luz nas trevas, amor nos corações, compaixão e partilha. Enquanto vivermos, que sejamos felizes e inteiros.
Sobretudo, valorizemos os afectos, são o SOL dos dias que alimenta as almas.

Feliz 2013 a todos





quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Oxigénio

 
 
 
 (O meu pai veio ver-me)
 



O melhor do meu Natal. Carregar baterias num sítio mágico em boa companhia. Ganhei abraços, pessoas que conheci de quem gostei muito. Não pude estar com todos, que a vida prega-nos partidas. Entre chamadas e mensagens, sentí-me mais pertinho.
Balões de oxigénio, é o que vos digo.



sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

De mim para mim.

 
 


Depois de muito conversar comigo, que ando sempre atrasada nessa coisa de encontrar a "luz e o conhecimento supremo" sim que eu acho sempre que não sou digna de uma série de coisas, eis-me a pensar e tenho decidido, que este Natal vai ser de alegria, reconhecimento e gratidão. Não quero chorar os mortos, não quero ter saudades dos que ainda amo. Guardo-os tão dentro do peito que são mais meus que nunca, sem ter de os partilhar com ninguém. Dos vivos a quem amo, posso dizer que tive um ano tão cheio de encontros e reencontros que acho que foi um brinde, um presente tão grande que não tenho palavras. Momentos e dias em pleno, sem ansiedade, a respirar fundo, sem nós no estômago, com a autenticidade dos abraços e manifestações de carinho várias. O meu núcleo familiar manteve-se unido de pedra e cal, a mãe a melhorar depois de um mau bocado (geração de guerreiros).
Até agradeço o afastamento de certas pessoas que me faziam mal, de sítios carregados de maldade acreditando que algo melhor me espera. Porque não? Eu mereço tudinho de bom.
Surpreendentemente, alguns amigos virtuais que se cruzaram no caminho. Almas que se reconhecem e que nos completam de alguma forma. Com quem se cria laços, sabe-se lá porquê (ou sim) e afinidades.
Já sinto o cheiro dos amigos, a parvoíce e o aconchego. Já sinto o cheiro a mar, a serra a casa.
Sejamos felizes, olhemos para dentro, não deixemos que nos vençam e nos tirem a esperança no futuro. Sejamos solidários.
A Fénix renasceu das cinzas.

Boas Festas



sábado, 1 de dezembro de 2012

Voltaste em sonhos






Pois foi, o Pikles fez o favor de te ir buscar e miavam os dois à minha janela. Fiquei tão feliz!!
Depois acordei e foi a dor adormecida que tomou conta de mim o dia todo. Faz hoje 3 anos que te foste para o céu dos gatos.
Fazíamos a árvore juntos, tu curioso com as bolas, os brilhos e as caixas, num faz, desfaz que nunca me deixava zangada.
Só consegui acender umas quantas velas, pôr um presépio e pouco mais. Não quis trair as nossas memórias logo hoje e, passei o dia calada contigo.
Até tu me tinhas de faltar...