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domingo, 17 de março de 2013

Afinal era verdade...








Nem sempre as notícias são boas.
Parece que partiste há 5 anos e, embora o meu coração desconfiasse, para mim foi ontem, com a terrível confirmação.
Que tenhas agora a paz que tanto buscavas. A compreensão que não encontraste. O amor que mereces.
Ouço a tua gargalhada e sinto o teu abraço.
Até sempre, querida A.C.







quinta-feira, 14 de março de 2013

Habemos Papam

 
 
 
 
Ou não...
 
 
 
 
 
Compreendo que sejam difíceis as mudanças, eu própria lhes resisto, por medos e bloqueios.
 
Mas, enquanto se ignorarem e negarem as diferenças e as "minorias" se calhar não temos nada.
 
 
 
 
 

sábado, 9 de março de 2013

 
 
 
 
 


Eheheheheh!!

Tudo bem o caralho.

 
 



Chamem-lhe defesas, personalidade, carácter, o que quiserem. Costumo ser boa observadora e entender quase tudo. Mas há coisas que me desesperam.
Educam-se a renegar o ser, a essência. A não mostrar fraquezas nem debilidades porque é feio. É menor. Nunca saberão que as lágrimas sabem a sal e é bom ter um ombro amigo, uma palavra de conforto ou um silêncio cúmplice. Um abraço.
Faz-me impressão, esta gente que diz que está "tudo bem" a despachar, como se quisesse dizer : Vai para o caralho!
Não admira pois, que considerando tudo bem, não haja proximidade de ninguém. Nem amigos, nem afectos. Laços de sangue falsos. Hipocrisias. Aparências.
Educam-se assim e de certeza são profundamente infelizes.
Não que seja expressão de que goste, mas há que reconhecer que cada um tem aquilo que merece. Ou pelo menos, quem semeia ventos, colhe tempestades.
Entristece-me esta merda. Mas albardo o burro à vontade do dono.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Mas quem disse que era hoje?


 
 
Nestes dias "específicos" para se celebrar coisas, parece que se lembraram de nós. Assim uma espécie de milho aos pombos.
No entanto, todos os dias são dias de guerreiras, vencedoras e derrotadas, de mulheres coragem, de mães boas e menos boas.
Mulheres que vivem na sombra dos homens, mas que os ajudam a crescer. Donas de uma generosidade sem limites e de crueldade sem precedentes.
Somos intensas.
Hoje uma mulher que me é próxima (não íntima) esteve num bloco operatório a remover um peito que o cancro lhe roubou.
Para ela a minha solidariedade, compaixão e que tenha força e coragem numa luta desigual mas que acredito possível.
O feminino é sagrado.

Vai passar.