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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Do amor, esperam-se milagres

 
 


Tenho por norma não abrir a porta a ninguém que não me tenha avisado que vem a minha casa. Manias antigas. A excepção é mesmo o carteiro, não vá de ter de assinar alguma coisa.
Hoje e pela insistência do cão resolvi abrir.
Era uma senhora a fazer um peditório para levar uma menina com cancro para o México. Os médicos deram-lhe 4 meses de vida, mas há um feiticeiro muito bom por lá, que a família quer consultar e  tentar.
A avó fez umas coisinhas para vender e angariar fundos. Serpentinas enroladas de várias cores, envoltas em papel celofane com coraçõezinhos.
Conto do vigário, fé, amor...pouco importa.


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