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segunda-feira, 28 de julho de 2014

Persiste o silêncio




Um dia destes páro aqui, pensei tantas vezes.
Foi hoje. Uma manhã de nevoeiro, calma, calada, amena. Parei.
Só silêncio. No entanto na minha cabeça, há ruído de fundo de patos a grasnar, de baloiços e crianças, de risos. E há ali uma casa com gente que me espera para o almoço, para o lanche, para o jantar, para dormir, para me amar....



 
 

 
 



 

 

 

 

 

 

 

 

 



Mas não. Mataram os patos, desmancharam os baloiços, não há crianças e a casa está vazia. Só um grande silêncio.
Lágrimas no lugar de risos. Lágrimas reconfortantes, necessárias.





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