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domingo, 27 de março de 2011

Nem quero saber

Até pode parecer que fui atacada pelo queixume, coisa que detesto, mas lixe-se! No melhor pano cai a nódoa e, não tenho pretensões a Ser Supremo.
De repente (ou não) dou por mim numa fase de isolamento, como se a minha pele não me pertencesse. Aquelas alturas em que tudo me parece irreal, falso, supérfulo e em que sou confrontada com os meus medos, inseguranças e os alertas internos: "Eu avisei-te"!
Sinto tudo ao mesmo tempo e não sinto nada. E parece que não me dou ouvidos.
Afinal o que é que isso interessa ?
Há-de passar, também "isto" passa.

5 comentários:

Ana disse...

Luisa, correndo o risco de parecer tãntãn, ando na mesma. E se por um lado, "vou, faço e aconteco", por outro sinto-me estranha, só e ausente. E olha lá, não te acontece olhar para as pessoas e conseguires ver as suas máscaras? Ando assim, e ando farta.
AnywaY, um beijo e um abraço enorme, daqueles de ficarmos esquecidas nele.

Coisas de Feltro disse...

Luisa, talvez estejas numa fase de "balanço". Avaliar percursos, existencias, traçar caminhos. Quando chegar a hora a força irá indicar-te a direcção. Até lá... que a inspiração te aconselhe.

Abraço profundo

Luísa Lopes disse...

Ana, vejo sim, com tanta lucidez (na minha loucura) que penso estar fora de órbita. Vou em velocidade de cruzeiro, presente e alheia.
Só espero que o Universo não me dê ouvidos e não me ponha à prova com acontecimentos dramáticos.
Espero que seja apenas uma fase breve.
Abracinho de quem está longe mas perto.

Luísa Lopes disse...

Coisas de feltro, assim seja, que estas "crises existenciais" cansam.
Bejinho e abraço dos bons.

Utena disse...

A verdade é que as vezes o isolamento serve como alerta... sei como é ainda não consegui sair dele...
Estou aqui para o que precisares beijinhos